Jhulietta Duarte
Saí da casa de Renata com um nó na garganta e a cabeça a mil. O vento frio da rua bateu no meu rosto, mas não foi suficiente para afastar o turbilhão de pensamentos que me invadia. Renata estava grávida. De Eduardo. E eu não sabia o que era pior: o fato de que ela mal conhecia o cara ou o fato de que ele era o Eduardo, um homem que não se comprometia com nada.
Manolo estava encostado no carro, como sempre, discreto e atento. Ao me ver, ele abriu a porta do passageiro sem dize