Diogo Lima
A fumaça do meu cigarro subia lentamente enquanto eu observava o jogo de sinuca acontecendo à minha frente. O bar estava meio escuro, com um cheiro de bebida misturado ao suor dos caras que riam alto e faziam apostas. Não estava exatamente me divertindo, mas também não tinha outro lugar para estar. Meus negócios estavam indo bem, e isso era tudo que importava.
— Ei, Diogo — um dos caras me chamou, segurando um celular na mão. Ele tinha um sorriso sacana no rosto. — Não é tua filha, n