Isabella Souza
Otto caminhou até mim e minhas irmãs e amigos nos deram espaço. Ele tinha a cara de quem estava cansado, e chorou muito, o medo que eu estava de fazer a pergunta me travou. Ele segurou uma das minhas mãos e, com a outra, acariciou meu rosto, então me deu um beijo na testa. Tudo que preciso ouvir é que ele está vivo.
— Por favor, não minta para mim.
Ele suspira e dá sorriso que não chega aos seus olhos. — Já, mais minha querida, só preciso que não fique nervosa, ele está viv