Acordei com o impacto leve e desajeitado de dois joelhos pequenos contra as minhas costelas.
— Papai! Acorda! Acorda! Acorda!
Eu gemi, ainda com o rosto enterrado no travesseiro.
— Lívia… são… — tateei o celular na mesa de cabeceira e abri um olho — sete e dez da manhã. Isso não é hora de pular em ninguém.
— É sim! — ela rebateu, já tentando escalar meu peito como se fosse uma montanha. — A vovó tá aqui! E a tia Clara também!
Finalmente abri os dois olhos, vencido. O cabelo dela estava um caos