O relógio na parede parecia se mover devagar, cada segundo uma inquietação crescia em meu peito. Já haviam se passado 72 horas desde que Grady partiu, e ele não voltou como prometido. Tentei afastar os pensamentos ruins, mas o aperto no coração era forte demais para ignorar.
“Se ele fosse se atrasar, ele teria avisado”, pensei, enquanto pegava o celular pela décima vez naquela manhã.
Disquei novamente o número de Grady, mas o som frio da mensagem de “fora de área” me recebeu mais uma vez. O des