O cheiro de sangue e magia corrompida ainda impregnava meu paladar quando deixamos as profundezas do Poço das Almas. A luz sutil da superfície, filtrada pelas ruínas que mal tocavam nossos rostos. Aero desceu das sombras como um véu silencioso, suas asas negras pulsando com o eco da adrenalina que ainda vibrava em minhas veias.
Eu segurei François firmemente, sua carne fria, sua respiração irregular, o rosto sem cor virado para baixo. Não sentia seu espectro, muito menos Félix, seu lycan.
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