Celeste
O céu parece prestes a desabar. A fúria da batalha chega até o limiar do horizonte.
As nuvens se contorcem como carne viva, negras e densas, rasgadas por fendas esverdeadas que vomitam relâmpagos de pura energia maligna. No centro do campo devastado onde antes existia a barreira norte, agora há apenas um rastro de caos, o domo.
Ele pulsa como um coração moribundo, cuspindo tentáculos da cor de um pântano profundo e labaredas de fogo verde que disputam violentamente o controle do espaço