Sinto o peso do silêncio ao redor, como se a própria floresta suspirasse por mim, e meu coração bate forte, anunciando que não há retorno. Estou de volta ao lugar onde nasci.
A cabana solitária, erguida entre troncos robustos, agora meu refúgio e minha prisão. Caminho pelo pequeno espaço, sentindo o ar úmido misturar-se ao cheiro de terra e folhagem, enquanto o sol vespertino filtra-se por frestas na copa densa.
Cada passo ecoa em meu peito, sou a sóbria testemunha de meu próprio abandono. Os