Rolei para o lado, estiquei a minha mão e não senti nada, abri meus olhos e constatei o que eu já sabia: estava sozinho. Nem preciso procurar pelo apartamento porque sei que ela não está aqui. Não deveria passar das oito da manhã e Elisa já tinha se mandado.
— Porra, Elisa!
Droga! Será que ela se arrependeu?
Não vou deixar-lá se afastar de mim novamente. Levanto e procuro a minha calça, a encontro em cima de uma poltrona, Elisa deve ter arrumado tudo antes de sair. Pego meu celular no bolso e