Estou indo direto para a casa de Juan, preciso de seus abraços, de seu calor. Não quero desmaiar sozinha. Embora isso tenha que esperar, pois Juan deve estar trabalhando.
É por isso que fico surpresa quando vejo sua caminhonete estacionada e ele esperando, encostado nela.
-Ruivo.
É tudo o que ele me diz.
Acabo em seus braços, chorando com um profundo sentimento de raiva e impotência, como podem existir pessoas assim? Como?
Não sei se passam minutos, não sei se passam horas, só sei que fico