— Eu... não te odeio. Vamos para o meu carro, vou te tirar daqui, algum dos seus funcionários pode cuidar do seu carro — ele tenta me pegar pelo braço novamente, me afasto dele.
— Não preciso de você, Lorenzo! Já cansei de implorar por uma explicação! Agora sou eu quem quer você longe! Muito longe de mim! — grito para ele.
Meu grito não faz com que ele recue, mas sim que comece a rir. Sua risada me confunde, mais ainda o olhar que me dá. O olhar de ódio que me lança, é inegável que aquilo é ódio