Para completar minha tragédia, sinto o colchão afundar, ele se senta na cama e, para piorar ainda mais, descobre minha cabeça.
— Marianne... Sei que está acordada. Pare de fingir.
Essa voz.
Essa voz não é a de Mateo. Me levanto como se tivesse levado um raio, e ali está ele, Luciano. Sentado na mesma cama que eu, está excessivamente perto. Meu coração está mal, minha respiração está pior.
Passaram-se quatro anos desde a última vez que vi Luciano. Mas sinto que foram muito mais, em seus olhos per