Os dois dias se passaram comigo trancada entre as paredes da mansão Brown, tentando me adaptar a uma calma falsa e artificial. Obedeci à ordem, mais que sugestão, de Luciano, e aqui estou finalmente retornando à minha cidade, ao apartamento de Giana. À minha amiga que, assim que me abre a porta, me agarra num abraço forte.
— Como você está, Mari? Conseguiu chegar a tempo, pensei que teríamos que ir sozinhos ao funeral — diz ela.
Nos separamos para darmos as mãos e compartilharmos uma visão mútua