127. A verdade por trás de tudo.
Jogo a loba traiçoeira no fundo do veículo sem nenhum cuidado, fazendo-a soltar um grunhido baixo quando bate contra o assento.
"Espero que isso não tenha doído muito." ironizo, fechando a porta antes que ela tente qualquer coisa.
Evangeline me encara com um ódio ardente, os pulsos ainda presos pelas algemas de prata que queimavam sua pele. Um sorriso debochado se forma em seus lábios.
"Você se acha tão poderosa, não é?" sua voz vem como um veneno suave. "Mas está apenas jogando o jogo que Magn