126. Encontro surpresa
Elena Evans
A vida seguia em frente, mas a dor permanecia comigo. Todas as manhãs, tardes e noites, eu pensava no meu pai. A ausência dele era um peso constante no meu peito, um vazio impossível de preencher. Como alguém tão jovem pode perder tanto em tão pouco tempo?
A pergunta ecoava na minha mente, cruel e sem resposta.
A dor não vinha de uma vez, não era um golpe único e direto. Ela se infiltrava lentamente, como uma corrente fria percorrendo minhas veias, me lembrando de tudo o que foi ti