Naquela noite negra Joaquín observou o céu sentindo um vazio profundo em seu peito. Seu olhar triste estava perdido no horizonte. Ao longe, no quartel dos coletores, as cordas dos acordeões gritavam como sua alma.
«... Aqui estou eu, pagando por todos os seus sofrimentos. Mais impotente e mais triste do que nunca. Venha para que você possa poupar minha vida, desculpe»…
Ouviu-se a voz dos trabalhadores cantando aquele vallenato desolado.
O jovem duque pressionou com força a grade de madeira do t