Asher observava o pequeno Lorenzo com ternura nos olhos, uma suavidade tão intensa que parecia transbordar.
Nos últimos três anos, ele havia dedicado tudo ao Lorenzo. Tratava-o como se fosse seu próprio filho, oferecendo-lhe todo o amor e cuidado que possuía.
— Papai, vem cá! — A voz doce e infantil de Lorenzo ecoou, interrompendo os pensamentos de Asher. Ele ergueu o olhar e viu o menino acenando com suas mãozinhas gordinhas, os olhos brilhando de expectativa.
Sem perceber, Asher acelerou