Eu tinha refletido bastante nos últimos dias e, finalmente, tomei a decisão de deixar Sofia fazer as aulas de pintura. Quanto a Celina, desisti de tentar entender o que realmente havia entre nós. Parecia mais seguro deixar tudo como estava, não mexer mais naquilo. Entrei na cozinha, tentando me distrair com algo simples, como um copo de água, mas foi então que Celina entrou, seus cabelos salpicados com pequenas manchas de tinta.
— Celina? Isso é tinta? — perguntei, um pouco surpreso.