— Senhor, espere! — Ouço uma voz feminina não muito longe de mim.
Meus olhos pesavam como chumbo, mas lutava contra o sono excessivo que ameaçava me dominar. O sono tomava conta do meu corpo, mas havia algo dentro de mim que me impedia de ceder.
Os sons característicos de aparelhos preenchiam o ambiente ao meu redor, e, num instante, percebi que estava em um hospital. O cheiro peculiar de desinfetante e a iluminação branca contribuíam para reforçar essa percepção. Minh