O galpão da máfia era um lugar que poucos viam e nenhum dos que entravam contra a vontade saía vivo. As paredes de concreto tinham marcas antigas de sangue, e o cheiro de ferrugem se misturava ao de suor e desespero. No centro, uma cadeira de metal reforçada esperava pelo traidor, com correntes presas ao chão para garantir que ele não tivesse nenhuma chance de fuga.
Leonardo entrou lentamente, sem pressa. Seu ferimento no ombro sangrava, mas ele sequer parecia sentir. O olhar afiado pousou sobre