Caíque apagou o cigarro com um gesto lento, o olhar fixo na motocicleta que Amara estacionava, e ao fundo uma estrada empoeirada. A luz dos faróis de motocicletas chegando dançava entre as sombras quando Amara surgiu, tranquila, desfilando seus passos com elegância quase provocante.
Ele arqueou as sobrancelhas, incrédulo.
— Não pode ser! — exclamou, empurrando as mangas para cima. — Você tá de brincadeira. Que velocidade foi aquela? Andando no meu veículo como se fosse um carro velho? Tá me sub