Edward
Estou parado na frente da porta do dormitório dela, com o coração batendo tão forte que parece que vai explodir no peito. O corredor é frio, iluminado por lâmpadas fluorescentes que piscam de vez em quando, como se o prédio inteiro soubesse da bagunça que eu causei. Eu grito o nome dela, minha voz ecoando pelas paredes vazias.
— Evelyn! Por favor, abre a porta!
Bato com o punho fechado, o som seco reverberando, meu braço doendo do impacto, mas eu não paro. Eu preciso vê-la. Preciso exp