Edward
O silêncio dentro do elevador é pesado. O tipo de silêncio que parece ocupar espaço físico entre duas pessoas. As portas se fecham atrás de nós com um som metálico suave, e o elevador começa a subir lentamente pelos andares do prédio. Estou encostado no fundo, olhando para o chão polido, enquanto as luzes frias refletem vagamente nos painéis de aço. Minhas mãos ainda estão fechadas em punhos. Não de raiva, mas de algo muito pior. Decepção.
Derek. O nome dele ainda ecoa na minha cabeça