Narração: Vinícius
Minha mãe batia na porta do meu quarto, mas eu não me movia. Porque tudo o que a Sara escreveu martelava na minha mente. Eu pesquisei sobre a tia e não encontrei nada.
— Meu menino... abre a porta... quero falar com você...
Silêncio. Só o som abafado dos meus próprios soluços.
— Eu vou pro Brasil... e vou achar a Sara. Te prometo... — ela disse, a voz baixa, quase implorando.
Eu continuei deitado, encarando o teto, até que abri a pasta onde ela escreveu,continuei lendo... As