Rafael me esperou em seu escritório. Ao passar pela porta, ouvi ela bater com um estrondo alto e pulei, surpresa. Ele não me olhou, passando direto por mim e apoiou o corpo na escrivaninha. O que estava acontecendo? Não entendi a razão dele ter me chamado, muito menos o motivo de sua frustração.
Ele cruzou os braços e só então me olhou. Seus olhos estavam frios, mas eu podia ver raiva irradiando deles.
- O que foi aquilo? – perguntou friamente.
- Como assim?
Ele soltou uma risada irônica.
- Com