No quarto, o ambiente estava silencioso. Ele entrou no banheiro, deixando que a água quente caísse sobre os ombros, lavando os vestígios da noite. O vapor subia, misturando-se ao aroma de limão e madeira do sabonete.
Por um instante, ele fechou os olhos e ouviu a voz de Helion novamente, distante, quase sonolenta:
— Obrigado, gostei que manteve o nome que me deu quando tinha oito anos, e nem me conhecia, não vou esquecer da promessa que te fiz?
Alexander soltou um leve riso.
— Nunca esqueci.