A criatura não compreendia.
Três seres vivos… respirando… sangrando… ali.
No mundo onde nada tinha vida, exceto as três criaturas diante deles.
Alexander sentiu o impacto antes do ataque. A presença do guardião esmagava os sentidos, tornava cada pensamento pesado demais para se sustentar. Quando tentou avançar, o corpo simplesmente não respondeu.
A pata veio como um golpe de montanha.
Ele foi lançado ao chão, o ar escapando dos pulmões em um impacto seco. Crystofe tentou reagir, saltando contra uma das cabeças, mas foi agarrado no ar e arremessado contra o solo com brutalidade precisa. Dhonavan sequer teve tempo de atacar — mandíbulas se fecharam ao redor de seu torso e o jogaram para longe como algo sem peso.
Não era uma luta.
Era uma contenção.
Como o impacto foi brutal Alexandre e Crystofe ficaram desacordado por um bom tempo no chão de pedras, negras, etéreas, algo estava sendo envolvendo nas patas, braços e pescoços deles sob a névoa. Não apertavam para matar. Apertavam para impe