Cruzo os braços ainda de costas para ele.
—Eu não quero. Perdi a fome.
—Pare de agir como uma criança birrenta. Tudo que está acontecendo é por sua culpa. Não deveria ter entrado nessa se não estava disposta a ir até o fim.
Ainda de costas para ele questiono:
—Minha presença ao seu lado faz parte de todo esse teatro?
Escuto ele fungar.
—Também. Lembra da nossa trégua? Você não me provoca e eu te trato bem.
Eu limpo mais lágrimas. Agora elas são de raiva por tudo que minha irmã fez e por esse ca