39. ATAQUE DE PÂNICO.CONTINUAÇÃO
Alessandro deixa escapar um leve sorriso, quase imperceptível, que não consigo catalogar se é de superioridade ou de paciência em relação a mim. Endereço-me no meu assento, desconfortável, mas intrigada. Seu mundo, como ele o chama, parece sempre estar sob controle, calculado, uma maquinaria que opera em sua perfeição e na qual eu ainda não sei nem como me encaixar. Mas não posso negar que as palavras "me