254. MEU IRMÃO DA ALMA

ALESSANDRO:

A primeira vez que vi Rufo, era da minha idade, dez anos; só que magro e pálido. Estava todo ensanguentado e sendo espancado sem descanso por um homem. Eu estava com meu avô no carro.  

—¡Pare! —ordenei ao motorista, que freou bruscamente, e abri a porta sem dizer nada; corri com uma arma na mão apontando para aquele desgraciado que o espancava com tanta fúria e gritei: —¡Deixe-o ou te mato!  
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