145. NÃO COMPETIREI COM UMA MORTA
Embora ele queira que eu deixe Andrea e diga que sou sua esposa, parece que não pretende ceder nisso. E eu não quero competir com uma morta. Também não estarei com um homem que ama sua defunta esposa. Pelo menos Andy é só meu e me ama.
— Estou indo, e deixe meu namorado em paz. Não é da sua conta —lhe digo pegando minha bolsa. — Você e eu temos apenas um contrato, é verdade, sou sua por três anos. Mantenha-se no contrato.
— Você tem certeza de que quer continuar com ele, Lilian? — pergunta segurando minha mão e me olhando fixamente—. Você tem certeza de que o ama?
— Muito certa, Alessandro — me solto de seu aperto. — Agora deixe que eu vá ver esses apartamentos.
Ele fica por um instante me olhando, então solta todo o ar, balança a cabeça negativamente e vai embora. Eu me tiro toda a roupa da senhora Minetti, me cubro com um lenço e saio rapidamente em um carrinho de golfe em direção à casa do lago, coloco minhas roupas normais e chego justo a tempo de ver o táxi. E aqui vo