25. A conversa com Dianna
O silêncio que se seguiu do outro lado da linha não foi vazio. Foi pesado. Denso. Irrespirável. Melissa sentiu o ar faltar por um segundo inteiro, como se o mundo tivesse perdido o eixo.
— Dianna… — a voz dela saiu diferente, quebrada, humana. — Eu… eu não sabia.
Do outro lado, Dianna não chorava. E aquilo era o que mais assustava. Não havia soluços, nem desespero audível. Apenas uma respiração contida, cansada, como quem já chorou tudo o que tinha para chorar — e continuava de pé apenas por ob