13. Porto-seguro
Era uma sexta à noite, o céu empencado de nuvens escuras. A tempestade começou antes mesmo que o céu escurecesse por completo.
O vento batia contra as janelas da mansão com força suficiente para fazer as cortinas se moverem sozinhas, como se algo invisível tentasse entrar. O primeiro trovão ecoou grave, fazendo o chão vibrar. Em seguida, outro. Mais próximo. Mais ameaçador.
No quarto das crianças, o medo chegou rápido.
— Dianna… — a voz da menina saiu trêmula, quase um sussurro.
O menino já est