AMANDA NARRANDO:
Ele olhou para frente, depois para mim, e disse:
— Que se dane, não deveria ter me preocupado com você — ele disse, acendendo um cigarro.
— Olha, me desculpa... Eu pensei que você fosse algum tarado, sei lá — falei, percebendo que ele estava um pouco bêbado e realmente irritado.
— Eu tenho cara de tarado ou pervertido? — o homem perguntou, irritado, olhando sério para mim.
Nesse momento, observei seu rosto. Era um homem muito bonito, com olhos verdes, rosto perfeitamente desenhado, com uma barba loira perfeitamente cuidada, cabelos curtos, bem cortados. Vestia uma camisa com os primeiros botões abertos e usava um relógio que parecia ser bem caro. Após analisar rapidamente, admirando que ele era muito bonito, respondi:
— Ah... não, mas uma pessoa pervertida não tem definitivamente um rosto, sei lá — falei, ajeitando minha saia.
— Enfim, eu não sou um pervertido! — ele disse, irritado, acendendo um cigarro.
— Tá legal, me desculpa se te julguei errado — falei, indo pega