Capítulo 32

As mãos de Cristine tremiam violentamente. Ela não fazia lá muito ideia de como se usar uma arma, mas tentaria se fosse preciso. Daquela distância, seria bem difícil errar a cabeça de Patrão. Seria um belo estrago, mas significaria sua liberdade.

            — Querida, você nunca matou ninguém, tenho certeza que não vai querer começar agora... —

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