Sérgio e Renato tinham aparecido naquele hospital.
Cristiano concluiu na mesma hora que Isabela só podia estar ali.
Ele já estava decidido a ir de quarto em quarto, se fosse preciso, quando viu Karine entrar em uma das enfermarias. Sem hesitar, foi atrás.
Havia quatro seguranças parados à porta.
Assim que Cristiano tentou entrar, dois deles avançaram e bloquearam o caminho.
— Saiam da frente.
Ele rosnou.
A aura ao redor dele era opressiva, perigosa. A voz saiu baixa, carregada de fúria contida.