Bruna simplesmente não conseguia acreditar.
Isabela tinha mesmo lhe dado um tapa.
O estalo ainda parecia vibrar no ar quando Cristiano se levantou de repente. O olhar que lançou a Isabela era sombrio, glacial.
Isabela não recuou.
Os olhos frios.
As mãos fechadas em punhos.
Encarou Bruna e falou devagar:
— Sogra? A senhora esqueceu de uma coisa. Sempre fez questão de dizer que eu fui criada em orfanato. Que não tive educação.
Deu um passo à frente. A voz era firme, afiada.
— E agora espera que eu