Isabela foi quem deu o caldo a Cristiano, colherada após colherada.
Isso também era um fato incontestável: Cristiano estava internado no hospital.
A polícia havia informado Isabela de que ela precisava prestar depoimento. Ela sabia muito bem o que aquilo significava.
Assim que entrasse lá, a família Pereira daria um jeito de garantir que ela não saísse tão cedo.
Taís foi direta, o olhar carregado de ódio:
— Depois do que você fez, se prepare pra apodrecer lá dentro pelo resto da vida.
Ela tinha