Cristiano já não suportava aquele olhar dela.
Havia algo ali, frio e distante, como se ela já estivesse a quilômetros dele.
Antes que conseguisse dizer qualquer coisa, o celular vibrou seco de notificação.
Cristiano baixou os olhos para a tela.
Não dava para saber o que ele tinha lido, mas, no segundo seguinte, a expressão dele mudou drasticamente.
Quase ao mesmo tempo, o telefone voltou a tocar.
Era Bruna.
— Cris, se você não vier agora, vai dar coisa grave.
Do outro lado da linha, o desespero