Mas Tânia não era alguém que obedecia facilmente. Ela olhou ao redor, procurando apoio no meio da multidão, e de repente gritou:
— Primo! Primo, me ajuda!
Com esse grito, um jovem saiu hesitante da multidão. Ele estava com uma das mãos semiescondendo o rosto, claramente desconfortável, como se tivesse medo de ser reconhecido.
— Tânia, você só me traz problemas! Se eu soubesse que você queria vir aqui para atacar a Kiara, eu nunca teria te trazido! Você esqueceu que ainda está em período de liberdade condicional? — Ele reclamou, com uma mistura de raiva e desespero.
Eu conhecia aquele homem. Era Nelson, primo de Tânia e sobrinho direto de Eduarda.
Assim que ele apareceu, Jean lançou-lhe um olhar frio e cortante:
— Nelson, foi você quem trouxe ela?
Nelson ficou pálido e começou a balançar as mãos rapidamente, tentando se explicar:
— Eu não sabia que ela ia causar confusão! Ela estava em casa, se recuperando, completamente entediada. Minha tia pediu que eu a trouxesse para espairecer um p