Karen estava sentada ao lado da cama de Sebastian, rezando em silêncio para que ele abrisse os olhos. Ele sentia medo e esperança ouvindo o som constante dos monitores marcando cada batimento do coração dele como uma promessa frágil de vida.
Tocou a mão dele com amor.
"Acorde logo," sussurrou, a voz embargada. Passou a mão livre sobre a barriga, o gesto já tão natural. "Eu e o nosso filho estamos te esperando. Ele precisa conhecer o pai. Precisa saber o quanto você é forte, o quanto você luta."