O silêncio na câmara oculta era uma criatura viva, alimentada pelo isolamento e pela luz pálida que a pequena janela alta permitia entrar. Freya passava as horas contando as pedras das paredes ou observando o movimento das partículas de poeira que dançavam nos feixes de luar. O luxo das roupas de seda que Cedrik lhe providenciara após o banho parecia um deboche; o tecido era macio demais para uma alma que ainda se sentia feita de lascas de madeira e determinação rústica. Ela estava presa em um