O grande dia amanheceu sob um céu de um azul tão límpido que parecia ter sido lavado pelas chuvas da redenção. O Castelo Real, outrora um monumento à opressão de Isolde, estava agora adornado com estandartes de seda prateada e carmesim, tremulando ao vento sob o olhar de milhares de súditos. Humanos e lupinos apinhavem-se nas praças, não mais em grupos segregados pelo medo, mas em uma massa vibrante de expectativa. A coroação de Cedrik e Freya não era apenas uma troca de poder; era a celebração