— Seu clã sangrou nas minhas ruas, verme — a voz do homem deslizou, sem precisar de esforço alto para dominar o espaço acústico inteiro, pingando com o gelo cortante dos imortais e a fúria rosnante de uma criatura que poderia dilacerar uma matilha inteira apenas por tédio. — Ninguém respira neste território sem a minha permissão. Muito menos a escória do sub-reino que desobedece às minhas fronteiras.
O homem aprisionado rosnou em fúria lupina, uma fera incontrolável, forçando os punhos contra o