Com a rapidez de um predador que abate sua presa, suas mãos grandes se fecharam em torno da minha cintura, erguendo-me do chão como se eu não pesasse mais do que uma pluma. Ele me arremessou de volta contra a cama de casal, o impacto contra o colchão de seda fazendo meu corpo quicar antes que ele se posicionasse entre as minhas pernas, prendendo-me sob o peso esmagador de seus músculos rígidos.
— Você pediu por isso, passarinho — ele rosnou, o rosto descendo até o meu pescoço. — Lembre-se disso