— Vou reivindicar o que é meu por direito de caça — ele sussurrou, e eu senti a ponta afiada e fria de suas presas roçarem a superfície sensível da minha pele. O contato fez meus músculos se contraírem em um calafrio terrível. — Vou selar o seu sangue ao meu, Savanah. E garanto que, depois desta noite, nem a morte poderá nos separar.
— Dravos... por favor... dói?
— No início, sim — ele admitiu, a voz caindo para um barítono suave, quase carinhoso, que me assustou mais do que sua fúria. — Mas o