Dois dias após o evento corporativo, Theo acordou no meio da madrugada com o corpo em chamas. Não era o pré-ciclo leve ou o calor passageiro que havia experimentado antes. Era o verdadeiro, o primal, o que exigia tudo. Sua pele ardia, o suor escorria profusamente, e entre suas pernas um vazio doloroso pulsava, molhando as coxas e os lençóis. O cheiro de baunilha explodiu no quarto principal como mel derramado no fogo — doce, denso, desesperado.
Theo se contorceu na cama, gemendo alto, as mãos a