A conversa sobre a mortalidade de Adreas e os séculos de isolamento de Sam deixara um resíduo denso no ar do quarto, uma melancolia que só poderia ser dissipada através do contato físico mais extremo. O peso daquelas confissões sobre perdas e eternidade precisava ser canalizado, transformado de dor existencial em algo tangível, visceral e imediato. Sam ainda olhava para Adreas com aquela intensidade de quem vê um tesouro prestes a esvair-se entre os dedos, e foi Adreas quem quebrou o silêncio,