Marie mal conseguia respirar direito quando estacionou o carro na rua de sempre. Era o quarto dia seguido que voltava ao apartamento de Barry. Depois do dedo dele ter feito ela gozar no sofá dois dias antes, depois de ter lambido o próprio gozo na frente dela como se fosse um vinho raro, os dois sabiam que o limite havia sido ultrapassado. Hoje não haveria moodboard, nem medidas, nem conversa fiada sobre tons de vermelho erótico. Hoje ia ser foda. Bruta. Suja. Do jeito que os dois estavam implo