A noite na Villa dei Cipressi não trouxe o repouso esperado, mas sim um presságio de caos sob a forma de uma tempestade toscana que avançava pelas colinas com a violência de um exército antigo. O céu, antes arroxeado, transformara-se em uma massa de nuvens cor de chumbo, rasgadas por relâmpagos que iluminavam intermitentemente a suíte master em flashes de um branco ofuscante. Dentro do quarto, o calor era opressivo, carregado de eletricidade estática e do perfume pesado de terra molhada e ozôni